A não-liberdade, a impossibilidade de não ser si mesmo, tal é a essência qie rege a relação da vida consigo mesma, relação que, entretanto, é constitutiva da vida, que é o seu experimentar-se a si mesma na incoercibilidade do vínculo que a liga a si mesma para ser o que é para sempre, que é a sua eternidade (...)
O que não pode desfazer-se de si é o Eu.
-A morte dos deuses, Michel Henry.
Alma aristocrática; Mecânica: astros: toda estrela é egoísta inatamente.